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TDAH em adultos

Avaliação na Vila Mariana, São Paulo

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Poltronas da sala de espera da Phen, entre as janelas
  • Tempo. Até duas horas reservadas para a primeira consulta.

  • Escuta. Paciente e acompanhante ouvidos com tempo, e frequentemente em momentos separados.

  • Mais de uma lente. Casos complexos discutidos em sessão clínica, por uma equipe que reúne neurologia, psiquiatria, fonoaudiologia, psicologia e neuropsicologia.

  • Precisão. Técnica e experiência em uma avaliação detalhada do indivíduo.

Quando a desatenção cobra um preço

Prazos que estouram, tarefas começadas e não terminadas, contas esquecidas, a sensação de estar sempre correndo atrás. Conversas que se perdem no meio. Decisões tomadas rápido demais. E, quase sempre, uma história antiga: o mesmo padrão na escola, no primeiro emprego, nas relações.

Muita gente chega à avaliação depois de anos tratando ansiedade ou depressão sem resposta suficiente, porque o que sustentava o quadro nunca foi endereçado.

O que a avaliação investiga

TDAH se diagnostica por entrevista. O diagnóstico exige história de vida, evidência de que o padrão é antigo e persistente, prejuízo em mais de um contexto, e a exclusão de outros quadros que justifiquem os sintomas. Transtornos de ansiedade, quadros de humor, distúrbios do sono, uso de substâncias e outras condições do neurodesenvolvimento, como o TEA, são exemplos de condições que podem acontecer junto com o TDAH, ou até mesmo justificar sintomas de desatenção.

A entrevista é detalhada para compreender sua história. Sempre que possível, ouvimos também, em separado, alguém que conviva com você.

A ela se somam instrumentos digitais de avaliação, que cobrem um espectro amplo de sintomas de forma sistemática e acrescentam precisão ao que a entrevista levanta.

Como interpretar o resultado

O resultado descreve como sua atenção e funcionamento executivo se organizam, onde está a dificuldade real e o que a sustenta. Serve para decidir conduta, iniciar tratamento, orientar trabalho, estudo e vida prática.

Quando a avaliação neuropsicológica entra

Na maioria dos casos, ela não é necessária para diagnosticar TDAH. O diagnóstico é clínico, e se faz na entrevista.

A avaliação neuropsicológica entra quando há uma pergunta específica que só ela responde, como caracterizar em detalhe atenção, memória de trabalho e funções executivas, ou esclarecer um quadro que a entrevista não resolveu. Nesse caso, ela é indicada pelo médico e contratada à parte.

Saiba mais sobre a avaliação neuropsicológica
Consultório da Phen, com mesa e poltronas para paciente e acompanhante

Quem atende

A avaliação é conduzida por um profissional da equipe, definido conforme as necessidades de cada caso e a disponibilidade. Os casos complexos são discutidos em sessão clínica com profissionais de diferentes especialidades, sempre com autorização prévia do paciente e com preservação da privacidade e anonimização dos dados.

Retrato de Eugenio Horacio Grevet

Eugenio Horacio Grevet

Psiquiatria

CRM-RS 19673, RQE 9662

Retrato de Gustavo Melo de Andrade Lima

Gustavo Melo de Andrade Lima

Neurologia

CRM-SP 194433, RQE 87873

Retrato de Vanessa De Andrade

Vanessa De Andrade

Psiquiatria

CRM-PR 20.026, RQE 14.103

Retrato de Mariana Braga Falcão

Mariana Braga Falcão

Neurologia

CRM-SP 150818, RQE 92961

Retrato de Vinicius Boaventura

Vinicius Boaventura

Psiquiatria

CRM-SP 242.269, RQE 111584 (Psiquiatria), RQE 1115481 (Psicogeriatria)

Retrato de Lucas Signorini

Lucas Signorini

Neuropsicologia

CRP 06/187127

Retrato de João Miguel Marques

João Miguel Marques

Psicologia

CRP 06/135570

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Rua Morgado de Mateus, 567, Vila Mariana, São Paulo.
Telefone e WhatsApp: 11 99590-458011 99590-4580.
Segunda a sexta, das 8h às 18h.

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Conteúdo com revisão clínica de Gustavo Melo de Andrade Lima, diretor técnico médico, CRM-SP 194433, RQE 87873.